Zelda: The Phantom Hourglass - Crítica

28 11 2007

Tal como prometido, cá vou eu escrever uma crítica ao jogo The Legend of Zelda: The Phantom Hourglass para a Nintendo DS.

The Phantom Hourglass

O que se pode dizer deste RPG? Muita coisa e quase tudo positivo. Gostei imenso da utilização quase exclusiva do stylus para a interacção - faz-se tudo desde andar a atacar usando o stylus. A hipótese de se poder escrever anotações no mapa é excelente e poupa imenso tempo ao jogador. Outros pormenores deliciosos são ter de berrar para a DS para chamar a atenção de alguma personagem no jogo ou soprar para apagar velas.

Os gráficos estão bem conseguidos e a música não deve ser má porque nunca me irritou até agora (não tenho ligado muito à banda sonora).

Quanto à longevidade deste Zelda, não posso comentar porque estou no início do jogo - fiz apenas duas dungeons, e um boss até agora. Posso no entanto dizer que a tal funcionalidade das anotações no mapa torna a navegação no jogo muito mais fácil e menos aborrecida do que anteriormente, já que é muito mais difícil perder-nos pelo caminho.

Deixo também aqui uns comentários um pouco àparte, que tive ao pensar no jogo e na história. Toda a gente que já jogou Zelda sabe que a Princesa é sempre raptada. The Phantom Hourglass, não é excepção à regra neste contexto, e fiquei a perguntar-me se a princesa nos jogos de Zelda não passaria demasiadas férias na Venezuela.

Não me vou pôr aqui a dar pontuações à lá site de reviews. Fico-me por dizer que tenho estado a gostar do jogo, que penso estar muito bem conseguido. Merece a atenção de quem goste de RPGs e mesmo de quem nem seja grande fã deste género de jogos.


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One response para “Zelda: The Phantom Hourglass - Crítica”

26 12 2007
Spacejovem (02:12:56) :

Bom Post! :D

Joga Pacman

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